Cuidados da mãe no pós parto

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Durante 9 meses foi cuidando de si para que tivesse uma gravidez calma e tranquila e o seu bebé nascesse saudável. Muitas vezes após o parto, as mulheres esquecem-se que também devem cuidar delas para assim conseguir cuidar dos seus bebés.

Para além de manter uma alimentação saudável e equilibrada, sobretudo se está a alimentar o seu bebé com leite materno, deve beber bastante água (cerca de 1,5 litro por dia). Deve descansar bastante (aproveitando as sestas do seu bebé) para conseguir aguentar as noites infinitas sem dormir. E a prática de exercício físico é também aconselhada pelos seus inúmeros benefícios.

Para além disso, existem alguns cuidados que deve ter no imediato.

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Dicionário médico na gravidez – Volume II

dicionario medico na gravidez volume 2

Numa gravidez saudável, começamos a ouvir alguns termos médicos que por vezes temos dificuldade em descodificar. Seguem-se alguns exemplos.

 

Episiotomia – pequeno corte efetuado na região do períneo (entre a vagina e o ânus), durante o parto vaginal, com o intuito de facilitar a saída do bebé. Não dói pois está anestesiada. Caso não tenha levado epidural é colocado um anestésico local.

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Episiotomia

Este é mais um dos palavrões utilizados pelos médicos e que assustam as grávidas quando se fala de parto.

A episiotomia é um pequeno corte efetuado na região do períneo (entre a vagina e o ânus), durante o parto normal, com o intuito de facilitar a saída do bebé. Não se preocupe pois não vai sentir dor na altura da episiotomia porque estará anestesiada. Caso não tenha levado epidural é colocado um anestésico local. Mas é normal que sinta dor e desconforto nas primeiras 2 a 3 semanas após o parto. Esta é uma região que cicatriza com facilidade, logo os pontos da episiotomia caem ou devem ser retirados por volta do 5º dia após o parto.

Quem decide se deve ou não fazer uma episiotomia é o obstetra e durante o parto, consoante a evolução do mesmo. Como em qualquer procedimento médico existem benefícios e riscos da sua aplicação e nesta situação, existem também argumentos a favor e contra a sua utilização. Este procedimento é feito com o objetivo de proteger o períneo (evitar a sua laceração), prevenir a incontinência urinária e anal, bem como, o prolapso das estruturas e facilitar a saída do bebé. No entanto, este “corte” não é inevitável e procura-se sempre evitá-lo (ao contrário do que acontecia anteriormente). Uma forma de tentar evitar o recurso à episiotomia é promover o relaxamento e aumento da flexibilidade do pavimento pélvico, no final da gravidez (após as 36 semanas). Para isso, nesta fase deve iniciar a massagem do períneo para promover o alongamento desta musculatura e assim facilitar a passagem do bebé pelo canal de parto.

Mas se a episiotomia for feita é necessário ter alguns cuidados no pós parto para evitar infeções, auxiliar a cicatrização e diminuir a dor na zona do pavimento pélvico.

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